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A poesia alentejana
Poeta que não sabe ler
O fraco não é valente
Numa noite de casamento
Ter uma filha
Sou fraco poeta
Não pareço aquilo que sou
É falta de educação
Quando olhas um Velhinho
Já não canto mais o fado
Jantar de feijão
Entrei no meu quarto e vi
Quero ser bom quando morrer
Aprende a ser educado
Na noite de S.João
Velório
A velhice assim chegou
Rego abaixo rego acima
Não faças mal a nínguém
São horas de me despedir
Forasteiro meu amigo
Rosicler
Desta motosserra
É tão linda a primavera
O pobre, o rico e o burguês
O rico e o pobre
O 25 de abril
Agora mandas tu
Não há nínguem como eu
Paz em vez de guerra
Quem a morte me desejar
Dr. Evaristo
Amiga diz-me a verdade
Dizes que choras por mim
Quando eu te vejo
Encontra-se abandonada
Ó minha rosa encarnada
Eu tenho muita profissão
Com muito custo consegui
Acabo onde comecei
Meu coração para três
Amiga vou-te dizer
Está em quatro dividido
Rosa do mundo
Os beijos que tu me dás
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